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CIRCO

Os indicados ao Prêmio Governador do Estado 2014 na categoria Circo simbolizam as mais importantes vertentes dessa arte na atualidade: famílias que se dedicam ao fazer circense e a formar novos artistas; empreendedores e artistas que vivem a itinerância sob a lona superando constantes desafios; circenses que militam por melhores condições para a categoria; e novas gerações que revigoram a arte. Todos eles representam, seja na tradição ou na contemporaneidade de sua expressão, a excelência nos picadeiros e palcos, voltando-se ao sentido público de sua arte.

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Amercy Marrocos

Artista e formadora

Nascida em uma família de tradição circense, Amercy Marrocos tem mais de 70 anos de experiência. Depois de atuar e se apresentar em diversos circos pelo país, além de administrar seu próprio circo junto com o marido, a artista começou a dar aulas. No Circo Escola Piolin, ensinou solos, acrobacias, corda indiana, entre outras especialidades. Após anos no Piolin, a artista também foi convidada a dar aulas no Circo Escola Picadeiro, por meio do projeto Enturmando, que promovia aulas para jovens e crianças de comunidades carentes.

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César Guimarães

Circo Fiesta

Diretor-geral do Circo Fiesta, ambientado na década de 70, César Guimarães veio de uma família com cerca de 110 anos de tradição circense e acumula passagens pelas principais companhias de circo do país. Percussor da união das linguagens tradicional e contemporânea no circo, Guimarães fundou o Circo Fiesta em 1992, com o objetivo de unir famílias tradicionais de circo, trupes contemporâneas de linguagem atualizada, artistas vindos de escolas, além de alguns grupos teatrais que também transitam pela arte do picadeiro.

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Família Rabelo

Arena Circus

Ari Rabelo é locutor há 45 anos em circos brasileiros, tendo atuado 30 anos só no Circo Garcia, onde casou-se com a bailarina Edileuza e formou família. Junto com os filhos Edivaldo (locutor e malabarista), Wander (mágico e diretor artístico) e Viviane (acrobata e equilibrista), formaram, após o fechamento do Circo Garcia, sua própria Companhia: a Equipe Alegria e a Escola Arena Circus. Com participação ativa em grandes eventos nacionais e internacionais, a Família recebeu prêmios, realizou projetos de fomento ao circo e recebeu convites de destaque para participação na mídia televisiva. Os Rabelo mantêm viva a memória do circo tradicional, orgulhosamente multiplicando seus saberes.

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Lu Lopes

Palhaça Rubra – Trajetória

Lu Lopes interpreta a Palhaça Rubra, que faz parte do espetáculo de improvisação de palhaços Jogando no quintal, em cartaz há anos em São Paulo, com circulação também pelo Brasil e pela América Latina. A artista trabalhou uma década como arte-educadora na Casa do Teatro (SP), desenvolvendo uma linguagem musical, e no Teatro-Escola Célia Helena, como assistente de direção, professora de voz, de corpo e de capoeira. Fez parte dos Doutores da Alegria por cinco anos, atuando como palhaça dentro dos hospitais e pesquisadora do palhaço musical. Seus dois trabalhos mais recentes, Escalafobética e Criaturas, estão em temporada em São Paulo.

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Marlene Querubim

Circo Spacial

A empresária Marlene Querubim, fundadora e presidente do Circo Spacial, é a única mulher a montar e gerenciar um grande circo no Brasil. Criado em 1985, ao mesmo tempo em que é um circo moderno, o Spacial também preserva a tradição da arte circense, valorizando malabaristas, contorcionistas, equilibristas, acrobatas, trapezistas e palhaços. O resultado é um espetáculo dinâmico e criativo, mas que resgata as raízes e os valores dessa expressão artística. Hoje, o Spacial conta com uma trupe de mais de 35 famílias que percorrem todo o Brasil.